Iolanda tinha algo que a distinguia dos seus amigos. Um segredo que guardava de si para si. Bastava que fechasse os olhos por três segundos e imaginasse que se transformava naquilo em que pensava, para que o seu desejo se realizasse.

Iolanda tinha algo que a distinguia dos seus amigos. Um segredo que guardava de si para si. Bastava que fechasse os olhos por três segundos e imaginasse que se transformava naquilo em que pensava, para que o seu desejo se realizasse.
Iolanda tinha algo que a distinguia dos seus amigos. Um segredo que guardava de si para si. Bastava que fechasse os olhos por três segundos e imaginasse que se transformava naquilo em que pensava, para que o seu desejo se realizasse.
Da primeira vez que aconteceu, a criança acreditou que se tratava de um sonho
ou de uma partida pregada pela própria imaginação. Mas não, era mesmo verdade.
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