O maior futebolista português de todos os tempos viveu períodos em que a sua vida desportiva se confundiu com a fábula. Exornou os requintes de um campeão. Merecido para o predestinado, mas sempre trabalhador insano, lutador indomável.

O maior futebolista português de todos os tempos viveu períodos em que a sua vida desportiva se confundiu com a fábula. Exornou os requintes de um campeão. Merecido para o predestinado, mas sempre trabalhador insano, lutador indomável.
O maior futebolista português de todos os tempos viveu períodos em que a sua vida desportiva se confundiu com a fábula. Exornou os requintes de um campeão. Merecido para o predestinado, mas sempre trabalhador insano, lutador indomável. Repentista, intuitivo, enleante, não deixou de ser um óptimo companheiro e um admirável adversário. Engalfinhado em lesões várias e incompreensões múltiplas, superou com elevação afições, dores e raivas. O futebol cristalino de Eusébio provocou hemorragias colectivas de prazer. Deixou páginas ornadas de fantasia, de magia. Disputou desafios épicos, aos quais emprestou golos plasticamente belos. Chegou a deixar o país em transe, agitou o orgulho pátrio. Fez o Mundo acordar vermelho e… português.
(E)ternamente Eusébio tem textos de abertura do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, do presidente do SL Benfica, Luís Filipe Vieira, e é prefaciado pelo maestro António Victorino d’Almeida. A obra conta com dezenas de depoimentos originais de personalidades das mais diferentes áreas, entre as quais Mário Soares, Jorge Sampaio, Álvaro Cunhal, Marcelo Rebelo de Sousa, Amália Rodrigues, Ricardo Araújo Pereira, Eunice Muñoz, José Mourinho, Luís Figo, Vítor Baía, Rosa Mota e Carlos Lopes.
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